Economia Solidária e Desenvolvimento Econômico em foco em SJB

Aconteceu na manhã
desta sexta-feira, 14, em São João da Barra o Seminário de Economia Solidária e
Desenvolvimento Econômico, promovido pela Secretaria de Assistência Social,
Trabalho e Direitos Humanos da Prefeitura Municipal. O evento foi destinado a
pessoas em vulnerabilidade social com o objetivo de instruir e esclarecer sobre
importância da economia solidária numa sociedade em pleno desenvolvimento, como
acontece na cidade sanjoanense.

A economia solidária é uma forma de
produção em grupo, com base associativista e cooperativista, voltada para a
valorização do ser humano através do trabalho. Para a Gerente de Inclusão
Produtiva da Secretaria de Assistência Social, Romarilda Lança, mais que
geração de renda, a economia solidária preza uma mudança nas relações sociais.

– A cooperação traz mais frutos do
que a competição. Esclarecer a importância do trabalho em grupo, do trabalho
solidário é a melhor forma de fazer as pessoas entenderem que o conjunto tem
uma força maior que o individual. É a célebre frase “a união faz a força” que
traduz a realidade dessa nossa sociedade que está em pleno desenvolvimento. A
união pode garantir um futuro muito mais promissor para essas pessoas que hoje,
ainda não conseguiram se lançar no mercado, declarou.

O seminário contou com a
participação do palestrante Marcelo Henrique da Costa que é secretário especial
de Desenvolvimento Econômico Solidário do Rio de Janeiro, e com Augusto Sérgio do Espírito Santo, superintendente
de projetos especiais da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico,
Energia, Indústria e Serviço.

Para abrilhantar ainda mais o evento
e mostrar de uma forma real como a economia solidária traz frutos, no rol de
entrada do Cine Teatro São João, onde aconteceu o evento, estavam presentes as
artesãs de São João da Barra, com exposição e comercialização de seus produtos.
“Convidamos as artesãs da cidade para comprovar o sucesso que é o trabalho em
grupo. O artesanato sanjoanense cresceu muito depois que as artesãs se
organizaram coletivamente. Se antes o artesanato se restringia a participações
em festas locais, após as cooperativas e associações, elas passaram a
participar de várias feiras fora da cidade, garantindo um aumento na renda de
cada uma, além do reconhecimento do trabalho, que é tão valioso”, finalizou
Romarilda.

 

 

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