Brasil erra muito e é eliminado para a Argentina no basquete

Não faltou luta e sobrou vontade de honrar a camiseta do Brasil, mas a seleção masculina de basquete, que não disputava os Jogos Olímpicos desde Atlanta-1996, está fora da competição. Foi eliminada nesta quarta-feira pela Argentina, por 82 a 77, na bela North Greenwich Arena, em Londres. Com o resultado, os argentinos avançam para a semifinal, cabendo à equipe brasileira a consciência de que em momento algum lhe faltaram diginidade e hombridade, embora, no aspecto técnico o Brasil tenha perdido nos lances livres, com apenas 12 certos em 24 cobrados.

Os brasileiros Huertas e Leandrinho foram os cestinhas da partida, com 22 pontos cada, e Scola fez 17 pela seleção da Argentina. Também nesta quarta-feira, em partidas anteriores, no mesmo local, pelas quartas de final, a Rússia derrotou a Lituânia por 83 a 74, classificando-se para a semifinal com a Espanha, que superou a Rússia por 66 a 59.

No novo cenário do basquete nos Jogos, a North Greenwich Arena, que vai sediar também semifinais e finais, tanto Brasil quanto Argentina trouxeram artilharia pesada. A partida era muito equilibrada e de muita marcação, e com isso as bolas de longa distância eram armas para não serem esquecidas. A Argentina teve três, com Nocioni e Delfino (duas). Já o Braisl acertou igualmente três, todas do armador Marcelinho Huertas. Nesse período equilibrado, o Brasil saiu em vantagem por 26 a 23.

Tal vantagem, porém, durou pouco. A Argentina continuava com sua artilharia pesada, convertendo mais duas de três, com Ginobili e Delfino, algo suficiente para colocá-la cinco pontos à frente do Brasil, em 35 a 30. A partir daí, a equipe azul e branca foi se impondo. Prigioni e Ginobili descobriam espaços na defesa brasileira e, para infelicidade da seleção verde-amarela, o aproveitamento brasileiro nos lances livres era muito ruim, de apenas 42%, com cinco acertos em 12 cobrados. Já os argentinos tinham 3 certos em 4 batidos. Pode parecer frase feita, mas lances livres ganham jogos. Somando-se a isso as cinco bolas de três argentinas em 13 tentativas, e as três do Brasil em nove arremessos deste tipo, a Argentina levou para o intervalo importantes 46 a 40.

O panorama piorou ainda mais para o Brasil no terceiro período. A bola brasileira teimava em não cair, ao passo que o rival continuava acertando bolas de três. Assim, a seleção azul e branca chegou aos 54 a 44, numa grande jogada individual de Ginobili, a pouco menos de sete minutos do término do quarto. O técnico do Brasil, o argentino Rubén Magnano, pediu tempo, mas eram os adversários que seguiam ampliando sua vantagem: 61 a 46, com Juan Gutierrez a 2m30s do fim da parcial, que se encerrou em 64 a 54 para a Argentina.

Àquela altura, depois de um terceiro quarto muito ruim, o prejuízo até que não era tão grande para o Brasil, ainda vivo no jogo. Seriam os 10 minutos mais importantes da participação brasileira no basquete olímpico até o momento. Mas a seleção seguia errando bandejas e lances livres. Mesmo sem tanto brilho, os argentinos iam se mantendo com uma confortável vantagem de cerca de dez pontos. Mas, a 1m45s do término das ações, uma bola de três de Leandrinho – que cresceu no fim – pôs fogo na quadra, com os argentinos ainda vencendo por 74 a 71. Mas a reação parou por aí, esbarrando na alta qualidade de Ginobili, Scola e Delfino, entre outros, que garantiram o triunfo da “massa quilombera” (como se auto-denomina a torcida argentina).
Não faltou luta e sobrou vontade de honrar a camiseta do Brasil, mas a seleção masculina de basquete, que não disputava os Jogos Olímpicos desde Atlanta-1996, está fora da competição. Foi eliminada nesta quarta-feira pela Argentina, por 82 a 77, na bela North Greenwich Arena, em Londres. Com o resultado, os argentinos avançam para a semifinal, cabendo à equipe brasileira a consciência de que em momento algum lhe faltaram diginidade e hombridade, embora, no aspecto técnico o Brasil tenha perdido nos lances livres, com apenas 12 certos em 24 cobrados.

Os brasileiros Huertas e Leandrinho foram os cestinhas da partida, com 22 pontos cada, e Scola fez 17 pela seleção da Argentina. Também nesta quarta-feira, em partidas anteriores, no mesmo local, pelas quartas de final, a Rússia derrotou a Lituânia por 83 a 74, classificando-se para a semifinal com a Espanha, que superou a Rússia por 66 a 59.

No novo cenário do basquete nos Jogos, a North Greenwich Arena, que vai sediar também semifinais e finais, tanto Brasil quanto Argentina trouxeram artilharia pesada. A partida era muito equilibrada e de muita marcação, e com isso as bolas de longa distância eram armas para não serem esquecidas. A Argentina teve três, com Nocioni e Delfino (duas). Já o Braisl acertou igualmente três, todas do armador Marcelinho Huertas. Nesse período equilibrado, o Brasil saiu em vantagem por 26 a 23.

Tal vantagem, porém, durou pouco. A Argentina continuava com sua artilharia pesada, convertendo mais duas de três, com Ginobili e Delfino, algo suficiente para colocá-la cinco pontos à frente do Brasil, em 35 a 30. A partir daí, a equipe azul e branca foi se impondo. Prigioni e Ginobili descobriam espaços na defesa brasileira e, para infelicidade da seleção verde-amarela, o aproveitamento brasileiro nos lances livres era muito ruim, de apenas 42%, com cinco acertos em 12 cobrados. Já os argentinos tinham 3 certos em 4 batidos. Pode parecer frase feita, mas lances livres ganham jogos. Somando-se a isso as cinco bolas de três argentinas em 13 tentativas, e as três do Brasil em nove arremessos deste tipo, a Argentina levou para o intervalo importantes 46 a 40.

O panorama piorou ainda mais para o Brasil no terceiro período. A bola brasileira teimava em não cair, ao passo que o rival continuava acertando bolas de três. Assim, a seleção azul e branca chegou aos 54 a 44, numa grande jogada individual de Ginobili, a pouco menos de sete minutos do término do quarto. O técnico do Brasil, o argentino Rubén Magnano, pediu tempo, mas eram os adversários que seguiam ampliando sua vantagem: 61 a 46, com Juan Gutierrez a 2m30s do fim da parcial, que se encerrou em 64 a 54 para a Argentina.

Àquela altura, depois de um terceiro quarto muito ruim, o prejuízo até que não era tão grande para o Brasil, ainda vivo no jogo. Seriam os 10 minutos mais importantes da participação brasileira no basquete olímpico até o momento. Mas a seleção seguia errando bandejas e lances livres. Mesmo sem tanto brilho, os argentinos iam se mantendo com uma confortável vantagem de cerca de dez pontos. Mas, a 1m45s do término das ações, uma bola de três de Leandrinho – que cresceu no fim – pôs fogo na quadra, com os argentinos ainda vencendo por 74 a 71. Mas a reação parou por aí, esbarrando na alta qualidade de Ginobili, Scola e Delfino, entre outros, que garantiram o triunfo da “massa quilombera” (como se auto-denomina a torcida argentina).

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